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| Segundo os registros históricos, foi em junho de 1541 que se deu o embate entre as Ykamiabas e a expedição de Francisco de Orellana, na foz do rio Nhamundá, oportunidade em que o cronista frei Marques de Carvajal habilmente produziu uma peça surreal desfocada da realidade para justificar o insucesso da investida, e a corte portuguesa nela acreditou...Clique na imagem/link e continue lendo. |
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| O Igarapé do Taracuã é formoso, belo e límpido. Situa-se à margem esquerda e corre quase em paralelo com o Igarapé do Barrigudo, formando um dos mais belos lugarejos no vértice do planalto nhamundaense. Clique na imagem/link acima e continue lendo. |
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Valéria |
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Você tem toda razão! E como gosto do que vc descreve!
Como mensurar a memória de um povo, as riquezas produzidas pelas mãos amazonenses, suas embarcações, a tradição, as armas de pesca, as canoas e os remos, as redes e os utensílios domésticos? A moqueca e caldeira, as serigueiras. O caboclo. O viver em plena selva. A convivência e o respeito pelos animais. As festas!!!
Gosto de saber que não sei, o que é não sei o que é moquear e aluar porque mostra o tamanho deste Brasil!
E a forma como povoaram e uniram arte a engenharia?
Não há métrica pra isto!
E no jeito mais humano de ser, o caboclo reconhece "o bastante"! Nada de exageros. Apenas, o bastante!
Quanto orgulho você que mora ai, deve sentir, não é? Eu daqui, que apenas sou a parte, fico admirada! Aplausos ao caboclo amazônico! Reverencias ao seu amor genuíno ao seu estado, ao nosso verde Brasil.
Abs!
Valéria |
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